Uma identidade para conectar diferentes formas de inteligência.
O Porter Summit parte de uma provocação: em um cenário transformado por tecnologia, novas relações de trabalho e mudanças de comportamento, inteligência deixou de significar apenas conhecimento técnico.
O desafio criativo foi traduzir esse território em uma identidade capaz de conectar inteligência artificial, inteligência emocional e inteligência de mercado sem recorrer aos códigos visuais mais previsíveis do universo de tecnologia.
Atuação: direção de arte, key visual e identidade visual. Entregas: digital, campanha, experiência e materiais de evento. Ano: 2025.
Complexidade transformada em sistema.
A direção visual foi construída sobre contraste: racional e humano, precisão e movimento, estrutura e descoberta. Em vez de representar inteligência com símbolos literais, o sistema trabalha camadas, recortes, escalas e relações tipográficas para sugerir múltiplas perspectivas coexistindo.
Essa lógica cria uma linguagem flexível. O mesmo princípio pode assumir uma presença mais institucional em uma apresentação, ganhar intensidade em uma campanha ou funcionar como elemento espacial dentro do evento.
Uma identidade preparada para mudar de escala.
O sistema foi pensado para viver em diferentes pontos de contato: comunicação digital, mídia, palco, sinalização, credenciais, materiais impressos e conteúdos produzidos durante o evento.
A consistência não depende de repetir uma composição. Ela vem de um conjunto reconhecível de decisões — tipografia, contraste, ritmo, enquadramento e comportamento dos elementos gráficos.